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terça-feira, 18 de julho de 2023

Certificado

Certificado (novo) feito com muito carinho para que você, seu bebê e sua família nunca esqueçam que sim, vai dar tudo certo 💕

Logo, logo, "laringomalácia" será apenas uma pequena palavrinha no meio de uma vida incrível e cheia de possibilidades👩🏼‍🍼

Apenas uma pequena lembrança, aos nossos pequenos & famílias de que precisamos fazer valer a pena - sempre!

As imagens para impressão estão disponíveis no nosso site www.laringomalacia.org/certificado

Você não está sozinho🐝🐸🦋
Nós estamos aqui ♡ 

Certificado colorido
Certificado preto e branco

Todo conteúdo que disponibilizamos é meramente informativo. O diagnóstico e a condução do tratamento só devem ser feitos pelo seu médico. Textos e comentários não substituem a consulta médica. Cada caso é um caso e requer atenção médica individualizada. Se você acha que o bebê está com problemas para respirar, chame o SAMU ou procure o pronto atendimento.

👉 Depoimentos 

quarta-feira, 12 de outubro de 2022

Manuella: Deus conosco

Meu nome é Joice, sou mamãe do Angelo de 19 anos, do Felipe de 13 anos e da minha princesa Manuella.

Manuella foi um bebê muito esperado e desejado por anos. Quando chegou o grande dia de conhecê-la, de pegá-la no colo pela primeira vez, estava cheia de expectativas e de muita alegria. Até que, no momento do nascimento, ela chorou baixinho (parecia um miado de gato). Perguntei o que estava acontecendo e a pediatra disse que ela estava bem e logo mostraria ela para mim. Mas eu percebi que ela não respirava bem. Depois do parto, Manu foi pra UTI neonatal, direto para para o CPAP. E eu fui para o quarto. Ali começaria a nossa luta.  

Vários diagnósticos foram considerados, mas nada confirmado até então. E, entre outras coisas, os médicos disseram que Manu tinha paralisia cerebral. Com 09 dias de vida, veio o diagnóstico da laringomalacia e da hipotonia. Minha princesa não saia do oxigênio. Sofri 15 dias vivendo um tipo de luto. O luto de uma bebê que idealizei e de planos que foram frustrados diante de tudo que estava acontecendo. E, depois desses 15 dias, comecei a luta. Foram dias e dias ainda sofrendo e pedindo a Deus uma saída, uma solução. Eu sentia uma dor insuportável.

Os médicos queriam fazer traqueostomia e gastrostomia na minha bebê. E f
oi aí que eu resolvi procurar e entender mais sobre o assunto. Meu coração se fechou. Eu disse não e, cada vez que tocavam nesse assunto, mais me fechava. Mas eu acreditei que Deus providenciaria um milagre. E foi pesquisando sobre laringomalácia que cheguei na ONG. Então eu descobri que existia sim uma possibilidade de cirurgia (a supraglotoplastia). Mas os médicos onde ela estava internada, há 01 mês e 11 dias, desconheciam esse procedimento. 

Me informei e procurei uma otorrino especializada. Conseguir a cirurgia também não foi fácil. Logo começaram as festas de final de ano e tudo parou. Os dias foram passando e a angústia foi aumentando. No dia 01 de janeiro de 2022 (nunca mas esquecerei), minha bebê foi entubada e, no dia 11 de janeiro 2022, fomos transferidas para o hospital aonde Manu faria a cirurgia.

Manu realizou a cirugia com 02 meses e 02 dias de vida. No dia 22 de janeiro, voltamos pro hospital onde ela estava internada desde o início. Ela já estava respirando sozinha, mas usando sonda nasoenteral. No dia 24 de janeiro, tivemos alta pra casa. Foram muitas sessões de fono e fisioterapia. No dia 06 de julho de 2022, a Manu tirou a sonda para sempre. Deus foi fiel em tudo!

Hoje ela está com 10 meses e é uma bebê linda, meu presente de Deus! 
Manuela significa Deus conosco. E agradeço muito a Deus por ter me guiado a conhecer a ONG e por todos  os milagres que Ele operou na vida da Manu.

By Mamãe Joice

Vivendo com Laringomalácia Vivendo com Laringomalácia 

Vivendo com Laringomalácia Vivendo com Laringomalácia

 Vivendo com Laringomalácia

 Vivendo com Laringomalácia Vivendo com Laringomalácia

 Vivendo com LaringomaláciaVivendo com Laringomalácia

Publicado em 12/10/2022,

terça-feira, 28 de junho de 2022

Cauã: tudo vai dar certo

Hoje resolvi falar um pouquinho, após alguns meses do nascimento do meu filho caçula, Cauã. Tão delicadinho, meigo, atento e esperto. Veio num momento difícil, em meio a pandemia. Mas ele sempre esteve cercado de muito amor e carinho. Ao nascer, escutamos um barulho constante, angustiante e preocupante. Os médicos diziam ser resto do parto e que logo passaria. Mas isso não aconteceu. O barulho aumentou e seguia acompanhado de engasgos e vômitos. Começamos uma saga em busca de respostas. Muitos médicos não estavam atendendo até então, por causa da pandemia. 

Depois que ele teve uma crise no consultório médico, a médica logo falou que poderia ser laringomalácia. Mas precisava dos exames para confirmação. Por fim, conseguimos a consulta e tivemos o diagnóstico de laringotraqueomalácia. A laringomalácia é malformação congênita na laringe e, entre outros sintomas, provoca um  estridor constante (e angustiante) que é característico da laringomalácia. Fizemos um exame de vídeo, onde se confirmou o diagnóstico. Ele tinha laringomalácia moderada, sem necessidade de cirurgia graças a Deus.

Sim, sou mãe de uma criança com laringomalácia, que requer cuidados e atenção constante. Junto com a laringomalácia, tem o refluxo que se apresenta forte. O seu irmãozinho, Cainã, já sabe da condição do Cauã e dos cuidados com ele. Seu carinho, afeto e amor com o bebê são incríveis. É lindo de se ver. Me deixa muito orgulhosa! E meus pais me ajudam muito cuidado do Cauã. 

Infelizmente muitos profissionais no Brasil sabem muito pouco sobre essa condição. Numa noite ele engasgou feio. Não gosto nem de lembrar. Lidar com tantas dúvidas, questionamentos e angústias não é fácil. Muitos profissionais dizem que é só ter calma que vai passar. Seguimos observando, numa angústia que parece não ter fim. Uma angústia que só quem vive com laringomalácia sabe como é. Só quem vive com laringomalácia sabe os medos que passamos, conhece os engasgos que deixam a gente sem chão. Mas, ao mesmo, tempo sinto que toda essa experiência nos fortalece.

Seguimos com fé em Deus que tudo vai dar certo e a cura virá para o Cauã e para muitas outras crianças que tem laringomalácia ❤️

By mamãe Débora

Publicado em 28/06/2022

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Estela: sempre ao meu lado

Hoje resolvi falar um pouquinho após alguns meses de nascimento da minha caçulinha Estela. Tão delicadinha, meiga, atenta e esperta. Veio num momento difícil em meio ao início da pandemia. Mas esteve sempre cercada de muito amor.

Ao nascer, escutamos um barulho constante, angustiante e preocupante. Os médicos diziam ser resto do parto e que logo passaria. Mas isso não aconteceu.O barulho aumentou e seguia acompanhado de engasgos e vômitos. Começamos uma saga em busca de respostas, e a pequena nem com um mês de nascimento. Muitos médicos não estavam atendendo até então (por causa da pandemia).

Depois de conseguir a consulta, tivemos um diagnóstico: laringotraqueomalacia. A laringomalácia é malformação congênita na laringe. E, entre outros sintomas, provoca um estridor constante (e angustiante) que é característico da LM. Fizemos um exame de vídeo, onde se confirmou o diagnóstico. Ela tinha LM moderada, sem necessidade de cirurgia (graças a Deus). Sim, sou mãe de uma criança com laringomalácia, que requer cuidados e atenção constante. Junto com a LM, tem o refluxo que se apresenta forte. A sua irmãzinha, Eliza, já sabe da condição da Estela e dos cuidados com ela. Seu carinho, afeto e amor com a bebê é incrível e lindo. Me deixa muito orgulhosa ❤️

Infelizmente muitos profissionais no Brasil sabem muito pouco sobre essa condição. Numa noite ela engasgou feio (não gosto nem de lembrar). E, em meio a tantas dúvidas, questionamentos e angústias, conheci um grupo que me ajudou e ensinou muito. Mas sempre parece que sei pouco ainda (risos). Hoje participo do grupo e agradeço muito por encontrá-lo. Agradeço também a minha família, meu marido, minha irmã, meus pais que estão sempre aqui ao meu lado. 

Agradeço a equipe médica que tem acompanhado a Estela, pediatra, otorrino e gastro. Sim, vamos seguindo e tentando melhorar cada dia mais a qualidade de vida dela, esperando que tudo isso passe logo. O prognóstico é muito bom e a expectativa é de que a laringomalácia melhore até os dois anos de idade. Essa é a minha esperança, essa é a nossa esperança! E, enquanto isso, seguimos as consultas e os cuidados. Seguimos com muito, muito amor e paciência 🥰🙏

O estridor nos acompanha na maior parte do tempo durante o dia e algumas vezes durante a noite. Tem vezes que ela fica cansadinha e com respiração ofegante. Tem os vômitos e engasgos 😟 É muito angustiante. Mas quando eu olho para ela e vejo essa risada maravilhosa, a irmãzinha dizendo "mamãe tá tudo bem", a gente vai se recuperando e agradece! Em nenhum momento até hoje me questionei o porquê e nem nunca reclamei. Já presenciei crianças com o mesmo problema no grupo em estado muito grave. 

Eu aprendi muito e aprendo todos os dias com as minhas preciosidades Eliza e Estela. Meu marido ajuda muito, principalmente nos engasgos. Meu pai vai comigo nos médicos e minha mãe ajuda olhando a Eliza. Minha irmã está o tempo todo presente dando seu apoio em tudo. Conto com muitos amigos e família. Conto com nosso grupo. Graças a Deus, não estamos só!

Não é fácil. Muitos profissionais dizem que é só ter calma que vai passar. Seguimos observando, numa angústia que parece não ter fim. Uma angústia que só quem vive com LM sabe o que é. Só quem vive com laringomalácia sabe os medos que passamos, conhece os engasgos que deixam a gente sem chão. Mas ao mesmo tempo sinto que toda essa experiência nos fortalece. A Estela é linda, por fora e por dentro, uma guerreira. Quanto a mim, minha irmã, meu marido e minha família, todos estamos crescendo, aprendendo e amadurecendo ainda mais. E apesar de tudo só tenho o que agradecer. Tem dias que sento e choro, outros eu só paro e sei que vai passar. Ela é uma benção. Acredito que Deus sempre faz o melhor. 

É difícil escrever tudo isso. Já escrevi outras vezes e apaguei. Muitas pessoas próximas não sabem desse condição dela. Temos poucas visitas por conta da pandemia. Imaginem meu medo com as duas meninas aqui com problemas respiratórios (Eliza tem bronquite). As vezes precisamos crescer na dor pra conseguir exteriorizá-la. Precisamos aprender com os medos para poder ajudar outras pessoas. Precisamos continuar acreditando que vai passar.

By mamãe Ligia
@ligiaamorimmendes

Estela    Estela

Postado em 04/09/2020

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Emanuel: toda criança é única

Emanuel meu milagre!

Conhecer o grupo, pra mim, foi como sentir o abraço apertado e aconchegante de uma mãe quando estamos passando por grandes problemas. E eu, como mãe, estava assim.

No dia 25/04/2018, meu filho Emanuel nasceu. Foi um parto tranquilo. Após ele nascer percebi que não chorou de imediato e, quando chorou, foi um chorinho rouco e agoniante. Não ouvi nenhum barulhinho. A médica colocou ele próximo do meu rosto e percebi que estava roxo e logo perguntei por que ele estava assim. Meu obstetra, muito carinhoso e humano, falou: "ele está bem mãezinha, vamos colocar ele pra tomar um pouco de oxigênio, mais ele está bem".  Claro que foi pra me tranquilizar.

No outro dia esperei as enfermeiras levarem ele para o quarto. Estranhei a demora e desci pra procurar informações. Ao sair do elevador já me deparei com a porta da UTI e, ao lado, vi uma grande movimentação. Até então não sabia que era com Emanuel. Fiquei na porta para tentar ver. Vi Emanuel muito ofegante, ouvi aquele barulho horrível e super alto. Sua cor estava azulada. Eu quase cai dura. Os médicos correram com ele pra UTI. Foi um horror. Se formou um buraco dentro de mim e eu não entendia nada do que estava acontecendo.

Logo após estabilizarem Emanuel, o pediatra do plantão veio conversar comigo. E já de primeira me deu o diagnóstico. Ele pediu que fossemos atrás de um otorrino para maiores detalhes e para realização de exames. Fiquei sem chão naquele momento. Tudo pronto na minha casa para a chegada dele e, de uma hora pra outra, tudo mudou.

Fomos a procura de um otorrino fora do hospital, porque lá não tinha. Encontramos uma profissional com um coração gigante. Ela fez o exame. Realmente ele tinha laringomalácia e também alguns cistos laríngeos. Por isso a grade dificuldade para respirar. Após o diagnóstico, ele permaneceu na UTI por 24 dias. Eu tive alta e vim pra casa sem meu  filho. Foi uma sensação horrível não vê-lo no seu berço, não escutar seu choro, não colocá-lo pra mamar a todo momento. Mas eu agradecia a Deus por ele estar vivo.

Quase todos os dias eu ia visitá-lo no hospital. Não pude ficar com ele na UTI porque era norma do hospital. Fazia a ordenha pra Emanuel se alimentar do meu leite pela sonda. Mesmo com muita dor, com os seios rachados e por vezes até sangrando, eu ficava feliz em poder dar a ele esse alimento cheio de amor.

Os dias se passaram. Começamos a correr atrás de outro hospital com mais suporte para transferi-lo, para que ele fizesse a cirurgia de retirada dos cistos. Quanto a LM, não foi preciso fazer cirurgia. Conseguimos a transferência e foi feita a cirurgia com a mesma otorrino que fez o exame. Ela ficou com Emanuel por algumas semanas ainda, fazendo o acompanhamento após a cirurgia.

O quadro de Emanuel ainda não estava estável. Ele continuava intubado e a saturação caia muito. Mas a fisioterapeuta era maravilhosa e fazia de tudo pra Emanuel ter um conforto. Quando a fisio e equipe médica decidiram tirar o tubo, ele ficou estável por alguns dias. Mas o estridor era muito alto (e agoniante por sinal). Mesmo assim, depois de 15 dias internado nesse hospital, nos deram alta pro quarto. Ele ia começar a fonoterapia pra a retirada da sonda. Mas após com 05 dias no quarto, Emanuel broncoaspirou após receber a dieta. O estridor piorou, a saturação piorou, o desconforto piorou e tivemos que voltar pra UTI. Foram minutos agoniantes. Ele parou de respirar algumas vezes e, então, o intubaram de novo - foi terrível.

A nossa luta foi grande. Os médicos  começaram a desconfiar que não existia só LM. Chamamos uma pneumologista para avaliar Emanuel. Ela pediu uma tomografia e uma broncoscopia. Após sair o resultado, ele foi diagnosticado com broncomalácia no brônquio esquerdo, uma atelectasia no pulmão direito e um anel vascular que, até o momento, não comprimia a traqueia. Tudo isso dificultava muito a passagem do ar. Para a questão do anel vascular, não foi preciso cirurgia. Então, era só esperar Emanuel ficar estável. Não tinha muita coisa que pudéssemos fazer. Claro que a fisioterapia o ajudava. E Deus, sem dúvida nenhuma.

Quando Emanuel ficou estável, a noite a médica disse que eles iam retirar o tubo para ver como ele reagia. Eu fiquei feliz. Mas Emanuel resolveu não esperar e ele mesmo puxou logo o tubo na hora da dieta. Eu estava cochilando, achei que estava até sonhando quando ouvi seu choro ainda pensei: "Não é Emanuel. Ele está intubado não dá pra ouvir seu choro. Deve ser outro bebê". Acho que Deus pediu que eu levantasse pra vê-lo. Como ele puxou o tubo durante a dieta, a cena que encontrei foi ele com o rosto cheio de bolhas de leite. Ele sempre foi danadinho. 

Só que, depois disso, ele piorou novamente. E é aí que eu digo que ele é meu milagre. Ficaram o resto da noite fazendo fisioterapia, colocando ele no oxigênio, fazendo nebulização, fizeram de tudo para não intubá-lo novamente. Ele foi intubado é extubado muitas vezes e isso poderia trazer complicações no futuro. As 06:20h Emanuel teve uma parada respiratória nos meus braços e voltou. Após 20 minutos, teve outra. As 07:15h mais uma. Eu fiquei anestesiada e minhas lágrimas caiam de 04 em 04. Foi quando a médica disse que não tinha jeito e teriam que intubá-lo de novo. Eu entreguei ele nos braços da médica e disse: "seja feita a vontade de Deus". Foram mais alguns dias intubado.

Você pode imaginar o que é um bebê ter 03 paradas respiratórias e não ficar com nenhuma sequela neurológica? Só Deus para fazer isso. Ele é maravilhoso! Emanuel ficou estável mais uma vez. E o medo de retirar o tubo e ele piorar?  Mas ele conseguiu ficar sem tubo. No total, ficamos 03 meses nesse hospital. 

Então chegou o dia da alta. Viemos pra casa de home care, com tudo que Emanuel precisava. Oxigênio, pediatra uma vez na semana, fisioterapia 05 dias na semana, 04 técnicas (24h de home care), fono, tudo muito bem organizado. Fora os médicos que ficaram para acompanhar fora do home care: pneumologista, otorrino, cardio e cirurgião torácico. Ficamos 01 ano e 05 meses de home care. Foi uma luta pra sair da sonda, mas conseguimos. Emanuel teve alta do home care. Seguimos sempre com o acompanhamento dos outros médicos. Ele teve algumas recaídas, tipos resfriados e gripes, que sabemos que pioram a situação.

Quando me perguntam se ainda existe algum vestígio da LM, respondo que sim, ainda existe. Hoje ele tem dois anos. Depois de tudo isso ele ainda teve mais uma internação. Passou poucos dias internado e, por pouco, não foi intubado. Graças a Deus ele se recuperou. E por que depois de tudo isso ele ainda não melhorou 100%? Bom, sabemos que cada criança é diferente e seu organismo reage de uma forma. A LM é uma questão de tempo e de desenvolvimento da criança. E cada criança é única. 

Emanuel, as vezes, tem gripes um pouco mais fortes que pioram o estridor.  Por conta disso, os médicos pediram que voltasse com a fisioterapia para que ele tivesse mais suporte. Emanuel  não fez cirurgia antes pois o otorrino esperava que com o crescimento ele melhorasse. Ele vai precisar fazer a cirurgia agora porque ele só se desenvolveu em parte. Com a  cirurgia esperamos que, entre outras coisas, ele não fique tão ofegante quando pegue gripes ou resfriados. 

Bem, é isso! Eu tentei resumir porque nossas histórias são longas. Bom, pelo menos a minha foi (vocês perceberam né kkk). Se fosse pra contar cada detalhe, realmente Seria um livro. Sou infinitamente grata a Deus por tudo que ele tem feito e por tudo que ainda vai fazer. Ao grupo, agradeço pela atenção, pelo carinho e pela porta sempre aberta para todos nós 💙
By mamãe Andreza
Youtube: Mamãe Coruja 2

Vivendo com Laringomalacia Vivendo com Laringomalacia
Publicado em 22/06/2020

domingo, 21 de junho de 2020

Samuel: coração de mãe sabe

Meu Príncipe Samuel fez 01 ano dia 15/06.  Faz exatamente 01 ano que entrei no grupo. O grupo foi um divisor de águas na minha vida. Eu, como todas as mamães, também tive medo, angústias e me senti impotente por não poder ajudar meu filho

Samuel nasceu com 38 semanas e não apresentou estridor na maternidade. Ele mamou normal e fomos para casa. Com 04 dias percebi que ele fazia um barulhinho ao dormir. Ele fazia um ronquinho e tinha apneia. Entrei em desespero. Levei ele no pediatra. Ele disse que era resto de água do parto e que todo bebê fazia isso. Mas meu coração de mãe me deixou inquieta. Meu bebe não dormia. 

Passei por outros pediatras até encontrar a pediatra que atende ele hoje. Ela suspeitou da Laringomalácia e orientou que era preciso fazer exame com o otorrinolaringologista. A Laringomalácia dele é leve e hoje já não percebo mais estridor e nem refluxo. Estou esperando a pandemia acabar para levá-lo no retorno com o especialista. Gratidão a Deus e ao grupo 🙏💚
By mamãe Andreia


Todo conteúdo que disponibilizamos é meramente informativo. O diagnóstico e a condução do tratamento só devem ser feitos pelo seu médico. Textos e comentários não substituem a consulta médica. Cada caso é um caso e requer atenção médica individualizada. Se você acha que o bebê está com problemas para respirar, chame o SAMU ou procure o pronto atendimento.

Publicado em 21/06/2020

sábado, 20 de junho de 2020

Lauany: uma história pra contar

Hoje Lauany tem 02 anos e 06 meses. Uma princesa que chegou de surpresa pra nós alegrar!

Ela foi diagnosticada com laringomalácia com 01 mês de vida. Foi um susto! Parecia que só eu no mundo estava passando por isso. Nunca ouvi falar. Sofremos muito. Noites e noites sem dormir, toda hora conferindo se ela estava respirando ou acordada tentando controlar seu estridor. Foram muitas idas a emergência. Todo mundo já nos conhecia por lá. Minha vida era só chorar e rezar para que tudo aquilo acabasse.

O barulho alto assustava. Lauany ficava sem folego, se afogava com mamadeira, ficava roxa. Eu sempre sonhei em amamentar, mas esse sonho durou poucos dias. A gente não conseguia: ou ela respirava ou ela mamava 😔 Partia meu coração. Muitas vezes, preferia até mesmo vê-la dormindo bastante porque, pelo menos dormindo, não se ouvia barulho. E quando chegava a hora do mama era um sufoco! Eu até suava.

Com 09 meses ela foi melhorando e o estridor foi sumindo. Aquela nuvem estava passando. Hoje ela está 99% curada! Agradeço a Deus e a esse grupo. Quero dizer a vocês mamães que fiquem fortes, porque passa! Logo será uma história pra contar. Hoje vejo os vídeos dela e penso em como conseguimos enfrentar tudo isso.

Agora ela come de tudo e toma água - que era um pesadelo pra gente. Confie! Tudo vai passar. Acredito que somos fortes e que Deus nos deu essa missão porque sabe que somos capazes de enfrentar tudo por esses anjos. Eles são a nossa vida!🙏🧡
By Mamãe Rafa

Vivendo com Laringomalácia

Todo conteúdo que disponibilizamos é meramente informativo. O diagnóstico e a condução do tratamento só devem ser feitos pelo seu médico. Textos e comentários não substituem a consulta médica. Cada caso é um caso e requer atenção médica individualizada. Se você acha que o bebê está com problemas para respirar, chame o SAMU ou procure o pronto atendimento.

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